Sonhos

 Sonhos

Eu não tenho parado de pensar. Não que eu não queira, não que eu não sinta por isso mas, será que pensar nisso tudo me faz bem? 

    Algum dia na sua vida você já teve que escolher entre partilhar um sonho lindo ou, viver uma realidade cruel? É nisso em que penso todos os dias. Os sonhos são como ilusões. Um dia eu tive um, todos os dias eu tenho vários. Diferentes, desfoques, distantes. Mas ainda assim nítidos, como a imagem parada numa margem de cachoeira lívida, refletindo meu rosto sob toda a escuridão em tons de roxo e azul desbotado. Lindos, cruéis. Muitas vezes bons, várias e incontáveis vezes ruins. Mas, sei lá, dizem por ai que sonhos sempre dizem algo sobre nós. Que eles são uma maneira inconsciente do nosso corpo nos avisar sobre algo errado; ou quem sabe, algo muito bom que está por vir. Sempre me falaram que existem três tipos de sonhos mais comuns: os que você sonha acordada, os que são lúcidos — Aqueles sonhos em que você sabe que está sonhando, aqueles que você se dá conta do que está se passando mesmo estando dormindo — e os sonhos normais: Aqueles que esquecemos cinco minutos depois de acordar. Impressionante como os detalhes caem subitamente em você assim que acorda, e, em apenas alguns minutos, antes mesmo de sequer você montar todas as imagens que vieram à sua mente, elas evaporam. Para sempre.
    Sabe, eu não tenho parado de pensar. Sonhar; as vezes isso me faz repelir o mundo. Mas as vezes me dá forças para continuar. Quase sempre parece ser tudo que eu tenho. Sonhos. E nada mais.
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